Home   Circulares   A Villacor Moema foi selecionada pelo “Guia da Semana”

A Villacor Moema foi selecionada pelo “Guia da Semana”

Depois de meses sem sair de perto do bebê, muitas mães passam por um momento de dúvida e angústia: a escolha do berçário para deixar o neném. Com o fim da licença-maternidade, muitas mulheres precisam se separar do filho e transferir os cuidados. É aí que surge o dilema: qual é o melhor lugar para o meu filho? Mas antes de tomar qualquer decisão, especialistas afirmam que é importante se preparar para a separação, para que todos passem por essa experiência de forma mais tranquila.

Segundo a psicóloga clínica de crianças, adultos e famílias, Rita Romaro, é importante que fique claro qual é o motivo dessa opção, pois essa identificação alivia a culpa e a ansiedade. “Isso possibilita um ‘deixar’ mais tranquilo, que também se refletirá na forma como a criança passará pela experiência”, afirma. Além disso, a escolha tem que ser feita com calma, pois o bebê viverá um período de adaptação ao novo ambiente e, nessa fase, é bom que a mãe esteja disponível. Portanto, o ideal é que a procura comece antes do último mês da licença-maternidade.

A psicóloga e psicopedagoga Maria Cecilia Galelo Nascimento Zaniboni explica que, embora essa seja uma fase delicada, é possível minimizar o impacto da volta ao trabalho. “Para isso, a mãe deve preparar o caminho tanto para ela como para o bebê, e saber que o filho reagirá melhor a mudanças se for apresentado a elas aos poucos”, diz. A maioria dos berçários pede para que a mãe ou o pai esteja ao lado do filho nas primeiras semanas. “Somente quando o bebê começar a se acostumar ao novo ambiente e às pessoas poderá ser deixado sozinho por curtos intervalos, e aumentar o período de ausência gradativamente”, completa Maria Cecilia.

Avaliação

O primeiro passo para não errar na escolha é visitar alguns berçários e observar a rotina proposta. “É fundamental verificar a forma como as cuidadoras lidam com as crianças, e se as mesmas são atendidas em suas necessidades de acordo com a faixa etária. Nesta etapa, é bom lembrar que a criança precisa de afeto e de higiene, e não de hotelaria, que pode mascarar essas necessidades mais básicas”, explica Rita. Assim, no horário de saída do berçário, é interessante observar a opinião de outras mães, o aspecto e a expressão dos pequenos.

A especialista diz que é normal que a criança chore ao se separar da figura materna, mas o preocupante é quando ela está chorando quando a mãe vai buscá-la. Outra ponto importante é analisar, independente da idade, se está ocorrendo alguma alteração em relação ao sono, à alimentação ou ao comportamento. Além disso, é preciso observar marcas pelo corpo e como o estabelecimento as justifica. “O normal é que a criança goste de ir ao berçário. Quando ela se queixa muito, é melhor ver se algo de errado está acontecendo, não se esquecendo que berçaristas são pessoas normais, com suas dificuldades”, alerta.

De acordo com Maria Cecilia, os chamados “objetos de transição”, como bichos de pelúcia, bonecas, fraldas de pano ou um brinquedo macio, ajudam a criança a se sentir segura, caso ela estranhe muito o local. “Incluir na mala ou mochila um objeto ao qual o bebê esteja apegado e que o faça lembrar de casa e das coisas a que está acostumado auxilia a superar o estresse da ausência da mãe e de seu lar”.Também é fundamental entender que seu papel materno nunca é substituído. Assim, é importante que você banhe a criança, dê pelo menos uma refeição ao dia e brinque com ela, sem se importar com o tempo, mas a qualidade da relação.

Para te ajudar na escolha, o Guia da Semana escolheu alguns berçários no Rio de Janeiro e em São Paulo que oferecem cuidados especiais para a criançada.

São Paulo

Villacor

Localizado em Moema, o berçário Villacor oferece espaço individualizado para cada criança. O bebê tem seu próprio berço, que pode ser personalizado pela mãe com objetos familiares, tornando a escola uma extensão do seu quarto. O cardápio é construído de acordo com as recomendações do pediatra. A banheira também é exclusiva para cada um dos bebês.

No local, só é permitida a circulação dos profissionais da área e dos pais em visita a seus filhos. Há áreas separadas para amamentação, descanso, banho de sol, higiene, alimentação e estimulação dos bebês. Durante o período, as crianças recebem acompanhamento permanente de uma pedagoga e de especialistas em enfermagem ou magistério que desempenham as funções de berçaristas. Cada profissional é responsável pela atenção, cuidado e estímulos de no máximo três bebês.

Endereço: Av. Pavão, 246, Moema – São Paulo – SP
Telefone: (11) 5533-3636
Horário: Segunda a sexta, 7h às 20h.
www.villacor.com.br

Confira as dicas das especialistas sobre o que deve ser avaliado durante a procura

  • Peça indicações de amigas e parentes;
  • Dê preferência para locais próximos ao trabalho ou à sua casa, para não enfrentar problemas de trânsito e nem ter dificuldades para chegar ao berçário;
  • Visitar o local e ter acesso a todas as instalações;
  • Verifique se as berçaristas oferecem o afeto e o carinho que a criança precisa;
  • Verificar como funciona a fase de adaptação do bebê ao local;
  • Veja como é o ambiente onde as crianças ficam. Analise se é seguro, limpo, ventilado e se há berços individuais;
  • É importante saber quantos bebês são atendidos por cada berçarista. Até 1 ano de idade, o ideal é que haja pelo menos um profissional para cada três nenéns;
  • Para evitar que a criança fique doente com muita frequencia, verifique qual é o procedimento do berçário em caso de doença;
  • Verificar se há locais para que os profissionais lavem as mãos com frequência e quais são as atividades em dias de chuva. O ideal é que não haja mistura de bebês com crianças mais velhas, e que os funcionários do berçário não atendam a outras crianças, porque as doenças são diferentes de acordo com a faixa etária.